Os 10 profissionais mais em falta no Canada

Os cargos mais difíceis de preencher

No Japão, está difícil contratar engenheiros. 
No Brasil, profissionais da área técnica são os mais raros. 
No Canadá, trabalhadores de ofício - ou seja, aqueles que necessitam de habilidades específicas manuais como chefs, confeiteiros, açougueiros, mecânicos e eletricistas, entre outros autônomos especializados – são os mais buscados no mercado.

Os dados são 10º edição da pesquisa anual sobre escassez de talentos, divulgada pelo Manpower Group, nesta semana. Ao todo, foram ouvidos 41,7 mil profissionais de recursos humanos de 42 países.

Entre os motivos mais citados para a dificuldade de contratar estão a pouca quantidade de profissionais interessados, a falta de competências técnicas, a ausência de experiência, a falta de habilidades comportamentais e, por fim, pretensões salariais mais altas.

As áreas da engenharia e de TI com maior demanda no mundo

Em relação aos engenheiros em falta em vários países do mundo, a pesquisa revela que são os profissionais especializados na área mecânica, elétrica e civil, os mais difíceis de encontrar, segundos os profissionais de RH entrevistados.

Profissionais de TI também estão sendo demandados em vários países desta lista. Desenvolvedores, programadores, administradores de bancos de dados e gestores são os mais raros no mundo, de acordo com o levantamento.

Confira abaixo em que há mais dificuldade para contratar e quais são os 10 profissionais mais raros no Canada:

Canadá: 32% dos profissionais de RH têm dificuldades na hora de contratar

Profissionais em falta no Canadá
1. Trabalhadores de ofício
2. Motoristas
3. Gerentes executivos
4. Técnicos
5. Representantes de vendas
6. Engenheiros
7. Pessoal de apoio de escritório
8. Operários
9. Contadores e profissionais de finanças
10. Professores




Escritórios do Governo do Canadá no Brasil


Seja bem-vindo ao setor de vistos do Consulado Geral do Canadá no Brasil.
Para informações sobre viagens para o Canadá e para saber como fazer um pedido de visto, consulte nossa lista de serviços abaixo.
Prestamos esses serviços aos cidadãos brasileiros ou pessoas legalmente admitidas no Brasil.

O Governo do Canadá possui os seguintes escritórios no Brasil:

Embaixada do Canadá em Brasília:

Consulado-Geral em São Paulo:

Consulado-Geral no Rio de Janeiro:

Escritório Comercial do Governo do Canadá em Belo Horizonte

Escritório Comercial do Governo do Canadá em Recife

Escritório Comercial do Governo do Canadá em Porto Alegre


Comunicado importante

Três novos Centros de Requerimento de Vistos (VACs) abrirão nos seguintes endereços:
  • 2 de outubro de 2013Avenida das Américas, 3500, Ed. Le Monde Offices – Torre Hong Kong, sala 612, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
  • 3 de outubro de 2013: Brasilia Shopping and Tower, quadra 5, Setor Comercial Norte - SC / lote sala 1126, Brasilia.
  • 4 de outubro de 2013: Avenida das Nações Unidas, No. 12.551, salas 1809 e 1810, 18o andar, World Trade Center Sao Paulo, São Paulo.
Os  atuais VACs-CSC dessas cidades continuarão a prestar serviços normalmente até lá. Os pedidos de visto recebidos pelos VACs-CSC continuarão a ser  processados - NÃO há necessidade de contatar o Consulado Geral do Canadá. Os passaportes a serem entregues após o fechamento dos VACs-CSC serão devolvidos pelo Consulado diretamente aos requerentes.



Veja As Oportunidades De Estudar Em Outros Paises

Jovens interessados em estudar no exterior devem estar preparados para enfrentar burocracias e vencer desafios financeiros e culturais
Estudar fora do país é o sonho de muitos alunos, mas chegar lá nem sempre é tão simples. 
Burocracias na hora da inscrição e do visto, o alto custo de vida e a falta de informação chegam a ser desmotivadores. Para vencer essas barreiras, é preciso planejamento, determinação, muita pesquisa e cuidado antes de arrumar as malas.
Entre as opções mais recorrentes para estudar fora do Brasil estão: bancar todas as despesas para fazer uma graduação inteira no exterior e garantir uma vaga em universidades brasileiras que tenham convênios de intercâmbio ou dupla formação com universidades estrangeiras. No intercâmbio, os alunos ficam menos tempo, e na dupla formação os alunos passam fora cerca de dois anos e recebem um diploma diferente.
Carlos Siqueira, assessor de Relações Internacionais da Universidade Federal do Paraná (UFPR), defende que esses programas enriquecem o processo de aprendizagem do aluno. “Ele acaba tendo disciplinas diferentes e acesso a conhecimentos que talvez não dominamos tão bem aqui. Convive com pessoas diferentes e terá um currículo diferente, com um percurso de empregabilidade maior”, afirma. No segundo semestre de 2013, 333 alunos da UFPR foram para fora pelo programa Ciência sem Fronteiras, 90 com bolsas da própria instituição e 15 alunos sem bolsa.
O assessor destaca ainda a adaptação do aluno a diferentes modelos de ensino, o que contribui para a formação. “A diferença está, sobretudo, na carga horária em sala de aula. Lá [EUA, Austrália e países da Europa], se tem uma carga horária pequena em sala, mas grande em trabalhos individuais”, diz Siqueira.
Estados Unidos
Areta Ulhana Galar, orientadora do centro EducationUSA Center, que ajuda alunos em seleções de universidades americanas, diz que uma das diferenças entre as instituições americanas e as brasileiras é grade curricular. “Nos EUA, os próprios alunos montam o programa. Tem algumas disciplinas básicas e várias opcionais. E todos os alunos têm um orientador para ajudar na construção desse processo”, explica.
Thiago Arzua foi atendido por Areta e hoje estuda Medicina na University of South Florida. No total, ele se inscreveu em dez universidades. “Toma bastante tempo, mas é muito mais uma questão de organização. É muito diferente de uma preparação para um vestibular. Você precisa saber se vender como candidato à universidade”, diz.
Ele explica que seu curso é dividido em duas etapas. Os alunos cursam disciplinas variadas nos primeiros quatro anos para depois se inscreverem para mais quatro anos de Medicina. Arzua ainda destaca a vantagem de morar no câmpus da universidade. “Fico a uns cinco minutos de todas minhas aulas.”

Distância não é obstáculo para estudantes
Segundo dados da Organização para Serviços Estudantis do Japão (Jasso), em 2012, o país recebeu 276 universitários brasileiros. Uma das maneiras para estudar no Japão é concorrer a bolsas de estudo oferecidas no consulado nipônico. “Nós fazemos uma seleção, com prova de língua japonesa e inglesa e algumas matérias relativas ao curso escolhido”, explica Akemi Ferreira, secretária do consulado em Curitiba.
O advogado Eduardo Mesquita (foto acima) passou um ano por lá, entre 2010 e 2011, para completar a faculdade de Direito. “Esse período foi determinante para mim, tanto no aspecto acadêmico – com oportunidade para pesquisar um país pouco estudado no Direito – como no pessoal – de viver em um país completamente diferente – e profissional.” Sobre as aulas, Mesquita comenta que as aulas começam mais tarde. “O pessoal não chega tão cansado, mas é comum ficar o dia inteiro na universidade.”
Europa
Países europeus também estão entre as opções dos estudantes. Além de aulas na língua nativa, oferecem opções de cursos e disciplinas em inglês. Um dos casos é a Finlândia, onde os professores têm mais liberdade para criar cursos e abordar conteúdos. “O interessante de se fazer uma graduação lá é que você encontra gente do mundo inteiro, o que acaba trazendo mais riqueza para o aprendizado”, diz Carlos Eduardo Guimarães, cônsul honorário da Finlândia em Curitiba.

Passo a passo
Pesquisas, papeladas e inscrições. Saiba o que precisa para estudar fora do país:
Qual universidade?
Uma das primeiras decisões é definir o país e a universidade que deseja ir. Quanto mais cedo escolher, mais tempo terá para se preparar. Para os EUA, por exemplo, deve-se preparar um currículo de atividades voluntárias e extracurriculares durante todo o ensino médio.
Gastos
Para quem vai por conta própria, planejar com antecedência e ter uma poupança preparada é importante. Uma alternativa é procurar bolsas que financiem os estudos. É possível achar informações nos sites das universidades e das embaixadas.
Processo seletivo
Prepare-se para participar de seleções, o que inclui provas de idiomas e providenciar documentos específicos, como cartas de recomendação. Informe-se sobre os requisitos necessários.
Visto
A recomendação é pedir o visto com pelo menos 60 dias de antecedência. Informações podem ser obtidas nos sites das embaixadas. Esteja pronto para apresentar toda a documentação exigida.
Onde morar
Algumas universidades possuem moradias dentro dos câmpus. Quando essa não for uma opção, a dica é ficar provisoriamente em um local próximo da universidade até conhecer melhor a nova cidade e encontrar uma acomodação definitiva.
Hora de arrumar as malas
Fique atento aos limites de bagagem. Opte por levar apenas itens pessoais. Toalhas, lençóis e coisas para casa podem ser comprados com facilidade na nova cidade.
Antes de voltar
Pesquise os editais de revalidação do diploma no Brasil para providenciar os documentos necessários para o processo, como histórico e programa das disciplinas.
Revalidação de diploma é passo essencial para quem quer voltar ao Brasil
Depois de voltar dos estudos, o diploma de graduação ou pós-graduação precisa ser revalidado para ter valor no Brasil. Para isso, é necessário acompanhar editais de universidades públicas do país, entrar com o pedido e entregar os documentos necessários.
“Os principais documentos são o diploma obtido, o histórico e o programa das disciplinas cursadas, carimbados pelo Consulado Brasileiro do local onde fez o curso e com tradução juramentada”, explica João Nilton de Oliveira, diretor da Unidade de Diplomas da UFPR.
Esses documentos são analisados pelos departamentos de cada curso, que decidem pela validação ou não.
Disciplinas a mais
Em certos casos, o aluno precisa cursar algumas disciplinas na universidade brasileira. “Quando o departamento acha que o aluno ainda precisa de alguma parte da formação para ter o diploma, ele pode cursar as matérias e depois regularizar a situação”, afirma Oliveira.
Interatividade:
E você, já estudou no exterior? Como foi sua experiência? Comente abaixo!


Ciência sem Fronteiras abre chamada para estudos no Canadá

Brasília, DF (23 de outubro de 2013) O Canadá recebe anualmente mais de 265.000 alunos internacionais e está entre os destinos preferidos dos estudantes beneficiados pelo programa Ciência sem Fronteiras.  Cerca de 4.000 estudantes brasileiros escolheram o Canadá como seu destino de estudos para o Ciência sem Fronteiras, com expectativa de 7.000 alunos até janeiro, fazendo do Canadá o segundo maior parceiro no programa.

A qualidade das instituições de ensino, o forte investimento em pesquisas e a possibilidade de estudar em inglês ou francês, estão entre os fatores que fazem do intercâmbio científico no Canadá uma experiência inesquecível. Os estudantes brasileiros terão oportunidade de uma experiência única em um país bilíngue, que oferece elevado padrão de educação com inovadoras e abundantes instalações para a realização de pesquisas.
O programa Ciência sem Fronteiras abre inscrições, até 29 de novembro, para graduação-sanduíche no Canadá. Na graduação-sanduíche, o estudante começa e termina o curso no Brasil, mas passa um período intermediário de até 18 meses no Canadá, para aperfeiçoamento. 
As chamadas para o Canadá serão para as universidades vinculadas ao CBIE ou ao consórcio CALDO. Estas instituições assinaram acordos com o Governo do Brasil e lançaram chamadas para receberem estudantes brasileiros em programas que incluem até três componentes - formação em línguas (inglês ou francês), estudos acadêmicos ou de pesquisa em uma instituição canadense e estágios em laboratórios de pesquisa ou no setor privado.
O Consórcio das Universidades de Alberta, Laval, Dalhousie e Ottawa - CALDO é composto por quatro das principais universidades de pesquisa canadenses que compartilham um compromisso com a educação internacional e com a mobilidade acadêmica. O consórcio abrange 160 centros de pesquisa, 85 institutos e 6.000 professores reconhecidos internacionalmente, que possuem mais de 500 programas de pesquisa no Canadá, com opções de ensino em todos os níveis, da graduação ao pós-doutorado.
O Escritório Canadense para Educação Internacional – CBIE é uma associação sem fins lucrativos dedicada à promoção das relações internacionais do Canadá, por meio da educação internacional e da livre circulação de ideias e estudantes pelas fronteiras nacionais.
Sofia Rodrigues, bolsista do programa Ciência sem Fronteiras, estuda ciências da saúde na Universidade Politécnica Kwantlen,  e descreve sua colocação na Genesis Fertility Centreem Vancouver, "Como estagiária de enfermagem, eu aprendi muito. Minhas responsabilidades incluíam apoiar os médicos, ajudando com ultra-som e exames obstétricos e realizando orientações de exames. Mas o mais importante, eu aprendi a ter orgulho da minha profissão."
Estudante Anna Maria G. C. LyraA estudante Anna Maria G. C. Lyra que estuda gestão ambiental relata, “Em abril eu comecei o meu estágio na Faculty of Natural Resources na Universidade Lakehead, onde eu dava assistência em quatro projetos de doutorado e realizava pesquisas em gestão florestal. Durante o meu estágio, eu adquiri um conhecimento mais amplo sobre preservação florestal e projetos de desenvolvimento econômico. Foi uma experiência maravilhosa aprender como um país como o Canadá usa a inovação e a cooperação entre representantes, governo e comunidades para superar os desafios do mercado e as mudanças climáticas. O Canadá continua a me surpreender; é impossível não se apaixonar por este país. Sou imensamente grata ao programa Ciência sem Fronteiras que melhorou minha carreira e minha vida para sempre.”


Fonte: Governo do Canada




Governo do Canadá

Govearno do Cnadá

Canadense Alice Munro leva o Nobel de Literatura de 2013


EFE/Derek Shapman/Man Booker Prize / A canadense Alice Munro, em foto tirada em 2009Escritora foi considerada a "mestre do conto contemporâneo" pelo instituto responsável pela premiação
A canadense Alice Munro foi agraciada nesta quinta-feira (10) com o Prêmio Nobel de Literatura de 2013, informou a Academia Sueca, que a classificou como "mestre do conto contemporâneo".

Munro, destacou a Academia em sua decisão, é consagrada por seu "harmonioso estilo de relatar, que se caracteriza por sua clareza e realismo psicológico".

Devo contratar um consultor de imigração?

Depois de muita preparação, luta e sacrifício, finalmente você está pronto para emigrar definitivamente para o Canadá. Eis que então surge uma dúvida: devo pagar um consultor de imigração? De um modo geral, as pessoas, pensando primeiramente no aspecto financeiro, ficam tentadas a lidar sozinhas com toda a questão burocrática. No entanto, contar com os serviços de uma consultoria especializada – apesar de não garantir o visto – aumenta bastante as chances de o candidato ser bem-sucedido na sua aplicação.